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Notícia


A Raquel Pinto contou-nos um pouco sobre a sua experiência no Mundial de Clubes de Ultimate de 2026 em Limerick, Irlanda.

Raquel Pinto, atleta natural de Leiria, foi convidada a competir no Campeonato Mundial de Clubes de Ultimate de 2026 pela equipa argentina Hammers, que com 2 vitórias e 8 derrotas, alcançou o 32º lugar. Apesar do resultado geral, esta foi a oportunidade para alguns membros da equipa competiram pela primeira vez numa das mais prestigiados competições internacionais do desporto.


Conta-nos um pouco sobre a tua experiência numa das competições mais prestigiadas de Ultimate.

O WUCC foi diferente do que tenho experienciado até agora. Este Campeonato do Mundo foi mais uma grande competição em que participei, estava com boas sensações nos treinos e tinha um grande entusiasmo para competir. Como era uma equipa que eu não conhecia, não sabia se iria jogar muito mas acontece que os Hammers receberam-me de braços abertos e deram-me muita confiança.

Até que ponto sentiste a tua comunidade presente durante o evento, o teu clube ou até a competição nacional – carregaste as expetativas deles, o apoio deles, ou algo diferente?

Recebi muito apoio de atletas de todas as equipas, principalmente dos LFO. Os LFO sempre me apoiaram desde o primeiro momento, nunca faltando uma palavra de apreço, são sempre incríveis.

Como é que competir a esse nível e nesse palco mundial mudou a forma como vês o Ultimate em Portugal?

Este Campeonato fez-me acreditar que há várias formas de interpretar o jogo. Quando treinas e jogas regularmente com uma equipa tens uma estrutura e organização diferente. A verdade é que senti que existe muita qualidade no Ultimate Nacional, que com crescimento e com mais jogadores podemos e devemos estar a competir com os os melhores. Isso já acontece no Ultimate de Praia mas podemos e devemos conseguir competir também em Relva.

O que é que esta experiência te ensinou sobre ti própria, tanto como atleta como pessoa, que não sabias antes de competir a este nível?

É muito desafiador competir com uma equipa que não conhecemos. A necessidade de me adaptar e tentar interpretar o que esperam de mim é o mais complexo mas também o que levo de mais enriquecedor desta experiência. Saio com um sentimento que este é o nível que gosto e quero continuar a competir e espero poder continuar a acrescentar valor no meu clube ou em outros momentos competitivos.


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